Mercado B2B Online continua em expansão em 2019

Índice B2B deve chegar a 2,39 tri até o final do ano

As transações digitais entre empresas movimentaram R$ 2,04 trilhão em 2018 e devem chegar a R$2,39 tri até o final de 2019, marcando um crescimento de 17,1%, de acordo com a projeção da E-Consulting, empresa que elabora e divulga o índice Business-to-Business Online (B2BOL) há mais de 16 anos.

O levantamento mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas tanto em marketplaces (B2BOL E-markets) quanto em transações realizadas em sistemas integrados entre as companhias e seus fornecedores (B2BOL Companies), que incluem portais digitais, EDI, plataformas B2B.

Mais um ano, os marketplaces fechados, que são transações feitas entre a indústria e as suas cadeias produtivas e ecossistemas, vão puxar o comércio virtual brasileiro, representando cerca de 76,1% de toda a movimentação prevista para o ano.

De acordo com números da E-Consulting, a expectativa é que os negócios digitais brasileiros arrecadem R$ 1,82 trilhão somente nesta modalidade, tendo um incremento de 15,2% em comparação com o R$ 1,58 trilhão conquistado em 2018.

Os segmentos que irão movimentar mais compras no período são: commodities agrícolas e minerais (15,2%), indústria de base e de capitais (12,7%), governo e agências públicas (11,4%), bens de consumo e varejo (11,3%) e convergência – telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia – (10,3%).

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do país, o segmento B2B online continua em expansão, mesmo que tímida”, explica o sócio e diretor da Flexy Digital, Cristiano Chaussard.

Cada vez mais empresas que vendem para outras empresas aumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end-to-end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanalidade.  Elas já descobriram o potencial dessas ferramentas que auxiliam não apenas nas vendas, mas na gestão (pedidos, estoque, fornecedores) e recuperação de clientes inativos.No entanto, elas ainda são minoria.

Talvez nem todas as empresas industriais brasileiras conheçam as vantagens de comercializar seus produtos pela internet. Tampouco sabem do potencial deste mercado!

É por isso que eu não me canso de compartilhar esses dados surpreendentes. Ao compararmos o faturamento do já consolidado mercado B2C com o do B2B, por exemplo, verificamos uma diferença considerável. Confira o gráfico abaixo.

Todos esses dados positivos nos encorajam a dizer que em 2020 isso não será diferente. Seguimos em expansão!

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Se tiver dúvidas, entre em contato com a Flexy aqui.

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Comments ( 5 )
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  • 3 oportunidades de negócios digitais para grandes empresas em 2015

    […] Se o e-commerce de varejo não para de crescer – a previsão é de 15% em relação a 2017 e faturamento de 69 bilhões de reais em 2018, segundo a ABComm – o comércio eletrônico entre empresas (B2B) não poderia ser diferente. Leia os dados no artigo: Mercado B2B Online continua em expansão em 2018. […]

  • E-commerce para atacado: 3 recursos do varejo para eliminar

    […] Ainda encontramos essas plataformas “adaptadas”, mas os sistemas desenhados para auxiliar o comércio eletrônico entre duas empresas já existem. O que sabemos atualmente é que as características próprias da indústria, se bem administradas e exploradas pelas plataformas tecnológicas, passam a ser potencializadoras das vendas online. Confira os últimos dados do B2B Online aqui. […]

  • Simone Andrade

    Preciso muito do auxilio de vocês em um ponto. Na matéria vocês colocam o valor de mercado estimado para 2019 no comércio B2B online de 2,39 trilhões e que o varejo representa 11,3% desse valor. Gostaria de saber se vocês possuem a informação de quanto representa o varejo esportivo dentro desses 11,3%.
    Agradeço desde já.
    Att,