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#5 E-commerce FAQ

Bem vindo ao E-commerce FAQ

#5. Na compra de produtos usados e antigos de pessoas físicas, normalmente adquiridos sem nota fiscal, como deve ser o procedimento correto quanto à comprovação da entrada de mercadoria?

 

Na compra de produtos sem nota fiscal e para comprovar a aquisição destes.

O MEI deve emitir uma Nota Fiscal de Entrada, em seu próprio talão (bloco).

Ou seja, deverá preencher a opção de entrada de mercadoria, com seus próprios dados (campo do destinatário), discriminando todas as mercadorias adquiridas sem comprovantes ou solicitar a emissão de uma Nota Fiscal Avulsa junto à Secretaria de Fazenda Estadual.

 

Para saber mais, fique ligado no E-commerce FAQ

Fonte: SEBRAE

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#4 E-commerce FAQ

Bem vindo ao E-commerce FAQ

#4. O MEI está obrigado a emitir nota fiscal nas vendas via e-commerce?

O MEI estará dispensado de emitir nota fiscal para consumidor pessoa física, porém estará obrigado à emissão quando o destinatário da mercadoria ou serviço for cadastrado no CNPJ, salvo quando esse destinatário emitir nota fiscal de entrada (artigo 97 da Resolução CGSN no 94/2011).

Independente da dispensa de emissão de nota fiscal, o MEI deve sempre adquirir mercadorias ou serviços com documento fiscal.

O MEI fica dispensado da escrituração dos livros fiscais e contábeis, da Declaração Eletrônica de Serviços e da emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

A maioria dos estados concede a oportunidade para o MEI emitir nota fiscal eletrônica avulsa, caso em que, mesmo desobrigado, venha a optar pela emissão.

 

Para saber mais, fique ligado no E-commerce FAQ

Fonte: SEBRAE

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#3 E-commerce FAQ

Bem vindo ao E-commerce FAQ

#3. As atividades de e-commerce podem optar pelo Simples Nacional?

O comércio varejista e atacadista de bens pode optar pelo Simples Nacional. Nesse caso, a pessoa jurídica optante deverá recolher um percentual que varia conforme a sua média de faturamento dos últimos doze meses. Esse percentual pode variar de 4% a 11,61% (Anexo I da Lei Complementar no 123/006).

Nos casos das atividades de e-commerce em que há marketplace, ou seja, prestadores de serviços que apenas disponibilizam ambiente virtual para vendas de terceiros, a atividade de intermediação de negócios é vedada para opção do Simples Nacional (artigo 17, XI, da Lei Complementar no 123/006) até 31/12/2014, devendo então optar pela tributação com base no lucro presumido ou lucro real.

A partir de 01/01/2015, com a entrada em vigor da Lei Complementar no 147/2014, essa restrição deixa de existir, permanecendo apenas vedação da opção em função do faturamento (máximo de R$ 3.600.000,00). O percentual, no caso de serviços de intermediação de negócios, vai variar de 16,93% a 22,45% (Anexo VI, novo em relação à Lei Complementar no 123/006).

 

No caso do MEI, poderá optar pelo comércio varejista, cujo recolhimento mensal será um valor xo representado a seguir:

 

MEIs – Atividades de

Valores a recolher em 2016

INSS – R$

ICMS/ISS – R$

Total – R$

Comércio e/ou Indústria – ICMS

44,00

1

45,00

Prestação de Serviço – ISS

44,00

5

49,00

Comércio e Serviços – ICMS e ISS

44,00

6

50,00

Para saber mais, fique ligado no E-commerce FAQ

Fonte: SEBRAE

#1 PASSO A PASSO – Desconto Progressivo

O desconto progressivo serve para atacadistas que queiram oferecer vantagens na compra de um número maior de itens de determinado produto (variação).

É uma promoção pensada para o lojista B2B, mas pode ser utilizada por varejistas que costumam vender grandes volumes de produtos idênticos.

A promoção prevê a progressão do desconto por intervalos de quantidades pré determinados. O lojista deve acessar:

Menu > Promoções > Desconto Progressivo > Adicionar.

Adicionar Desconto Progressivo
Adicionar Desconto Progressivo

Depois do preenchimento de informações iniciais, o lojista deve acessar a aba Descontos, em que de fato definirá as regras para a progressão do desconto por quantidade.

Criando um Desconto Progressivo
Criando um Desconto Progressivo

O desconto deve ser preenchido, bem como o intervalo de quantidade em que o mesmo será aplicado. Depois que o valor do desconto para aquele intervalo for definido, então o lojista deverá clicar no ícone “+”.

Este procedimento deve se repetir de acordo com a progressão do desconto, ou seja:

De 1 a 5 camisetas, o valor total da compra recebe 10% de desconto.
De 6 a 11 camisetas, o desconto sobre para 20%, e assim por diante.

 

Para aplicar esta promoção de desconto progressivo é fundamental selecionar os produtos ou as categorias que estarão submetidas à mesma. Para isso, o lojista precisará preencher a aba Categorias ou a aba Produtos. Caso contrário, nenhum produto estará submetido ao desconto em questão.

#2 PASSO A PASSO – Módulo de Representantes

Na plataforma Flexy os representantes podem ser aliados importantes para as vendas, e por isso temos um módulo especial para eles.

Com o intuito de evitar conflito de canais com representantes, a Flexy desenvolveu o módulo de representantes, que traz os representantes para dentro da operação de e-commerce, constituindo um Omnichannel B2B, no qual, você poderá incluir o televendas, se quiser, e também e fazer vendas cruzadas, melhorando a qualidade de atendimento da sua empresa.

Para cadastrar os representantes na plataforma, o lojista deve cadastrar o representante via painel administrativo, em:

Menu > Representantes > Adicionar.

Adicionar Representante
Adicionar Representante

Nesta tela, onde serão preenchidas as informações do representante, além de definir a porcentagem da comissão, o lojista poderá definir se todas as compras de clientes do representante serão comissionadas, ou se apenas as vendas feitas pelo representante em si é que darão direito à comissão.

O administrador do site é quem define o login e a senha do representante.

Com estes dados em mãos, o representante pode acessar a vitrine da loja e se logar como um comprador.

– A conta do representante, diferente das contas de usuários comuns, permite que ele cadastre consumidores finais e faça compra no nome destes.

No painel administrativo, no menu Pedidos, é possível verificar quais pedidos foram feitos diretamente pelo consumidor final e quais pelo representante em nome do consumidor, de forma que as comissões podem ser conferidas pelo lojista.

Além disso, para acompanhar o desempenho de seus representantes e o quanto representam das vendas no e-commerce, o lojista pode acessar:

Menu > Dashboard > Representantes,

Relatórios de Representantes
Relatórios de Representantes

Desta maneira você poderá verificar o valor do faturamento destes pedidos, filtrando os resultados por período.

Painel do Representante

O representante ainda terá um painel próprio, fazendo seu login pelo site, e poderá acessar seu dashboard com suas vendas e comissões, além de poder acessar o histórico de pedidos feitos e o status de cada um, logo, o representante ganha autonomia para gerenciar suas vendas.

Painel do Representante
Painel do Representante
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#2 E-commerce FAQ

Bem vindo ao E-commerce FAQ

 

#2. Quais as diferenças na tributação de um estabelecimento físico e das atividades de e-commerce?

 

Não há diferenças em relação à carga tributária para o empresário, entre uma venda realizada por um estabelecimento físico e uma venda virtual.

Na visão do governo, há diferença em relação à arrecadação do ICMS gerada pelo e-commerce no caso de vendas interestaduais (vide pergunta 9). Nesse caso, a arrecadação do ICMS recolhido é “partilhado” entre o estado de origem (estabelecimento do vendedor) e o estado de destino da mercadoria (consumidor nal). Para as empresas optantes do Simples Nacional, a cláusula nona do Convênio 93/2015, que trata dessa partilha, está suspensa temporariamente por força de decisão liminar do STF – Supremo Tribunal Federal.

Em função dessa procura de um equilíbrio entre a origem (venda) e o destino (consumo), para que cada estado participante na operação de e-commerce tenha direito a uma parcela do ICMS arrecadado, foi promulgada a Emenda Constitucional no 87, de 17 de abril de 2015

Para saber mais, fique ligado no E-commerce FAQ

Fonte: SEBRAE

B2B Online

Mercado B2B Online continua em expansão em 2016

O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016.

É o que apontam os dados do B2B online divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

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#1 E-commerce FAQ

Hoje iniciaremos a serie: E-commerce FAQ, que responderá algumas das perguntas comuns sobre praticas e tributação no e-commerce, com ajuda do SEBRAE.

Você provavelmente ja teve ou têm alguma dúvida sobre alguns aspectos do e-commerce, mesmo que você seja um profissional da área há bastante tempo, sempre existem desafios no nosso dia a dia quais precisamos pesquisar para saber um pouco mais sobre o assunto.

Ao longo das próximas postagens, iremos com ajuda do SEBRAE, responder algumas questões que são feitas constantemente nas nossas conversas.

Esperamos que seja de bom proveito. 😀

Bem vindo ao E-commerce FAQ

#1 – Qual o enquadramento das atividades de e-commerce para fins tributários?

Basicamente o e-commerce pode englobar duas atividades: a de comércio varejista ou atacadista de bens (venda de produtos e bens próprios) e a prestação de serviços (incluindo as operações de marketplace, em que serviços de vários vendedores são ofertados e comercializados e recebem um valor pela intermediação dos negócios realizados nesse ambiente).

Fonte: SEBRAE

Erros ao escolher software de e-Commerce

3 erros cometidos por plataformas de e-commerce (e que você deve considerar ao contratar uma)

Tal qual uma loja física sem espaço físico ou vitrine, não é possível entrar no varejo virtual sem optar e implantar alguma das inúmeras plataformas de e-commerce disponíveis no mercado. Atuando nesse mercado, percebo que muitos gestores têm dificuldades para avaliar e de fato adotar a plataforma que melhor se adapta para o seu negócio. Por isso, vamos começar aqui no Blog da Flexy uma série de posts sobre plataformas de e-commerce: como elas funcionam e quais fatores você deve levar em conta ao escolhê-las. (mais…)

Melhor software de e-Commerce

Como escolher o melhor software para seu e-commerce desde o início?

O barato sai caro. Essa é a conclusão que se tira ao tentar economizar nos negócios (e, muitas vezes, na vida pessoal também) e que se aplica também ao e-commerce. Vamos supor que, ao decidir o tipo de plataforma que dará base ao seu comércio online, você precisa escolher entre duas empresas. A primeira oferece um sistema de baixo custo, com uma mensalidade cobrada desde o início e que suporta “N” acessos. A segunda oferece um sistema com serviços agregados: escalabilidade (a capacidade máxima de acessos será expandida quando for necessário) e adaptação às necessidades do lojista.

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