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E-commerce: vantagens do layout responsivo

Muitos empresários, ao iniciarem um projeto de e-commerce, não sabem quais características são essenciais para um projeto digital bem-sucedido e quais podem ser dispensados no primeiro momento. Uma delas é a capacidade do site em se adaptar às telas de diferente tamanhos e formatos, conhecido como layout responsivo. Pode parecer dispensável, mas vou te dar três razões para não deixar isso para depois ao executar seu projeto. (mais…)

como vender pela internet

Você sabe como vender pela internet?

Você, pequeno e médio varejista, sabe como vender pela internet? Para responder a esta pergunta, é preciso ter em mente que ingressar no e-commerce não ocorre da noite para o dia.

É algo que exige planejamento e muito suor, assim como abrir uma filial física da sua loja. Imagine a concorrência do seu bairro, e agora multiplique por mil. Faça o mesmo com a quantidade de produtos e condições promocionais, comparando um ao outro. Assim é o universo das vendas online. Portanto, não há espaço para aventuras em vendas pela internet.

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Loja Virtual

Loja virtual: seis questões básicas que podem fazer a diferença

Após muito planejamento, orçamento na ponta do lápis e vontade de expandir as vendas, você tomou a decisão de iniciar no comércio eletrônico. A partir de agora, precisa dedicar tempo e equipe para que sua loja virtual seja visitada e reconhecida também na web. Neste meio, há algumas questões que você deve se familiarizar e traçar estratégias. Neste post, vamos listar seis questões básicas que com a atenção devida por parte do empreendedor podem fazer sua loja virtual alcançar mais resultado.

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E-commerce para atacado: 3 recursos do e-commerce para varejo que você deve eliminar

E-commerce para Atacado
Plataforma especialista em e-commerce para atacado ajuda a aumentar os lucros

Nos primórdios do e-commerce, empresas trabalhavam somente sob o modelo B2C, ou e-commerce para varejo. No entanto, agora, surge a necessidade de criar um segmento de e-commerce para atacado, um modelo de e-commerce B2B, voltado para cadeias produtivas complexas. Ambos têm necessidades e desafios bem diferentes, mas é uma pena que isso não é seguido por muitas plataformas de e-commerce.

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Vendas online, solução em tempos de crise!


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A previsão para o ano de 2016, é que a migração das vendas para o meio digital continuem. Estimando um aumento de 8% no crescimento nominal e chegando a um faturamento total de R$ 44,6 bilhões, estima-se o mesmo percentual de aumento para o tíquete médio, atingindo o valor médio anual de R$419,00. Segundo Cláudio Felisoni presidente da IBEVAR, levando em consideração o ano, a intenção de compra online dos consumidores atingiu patamares maiores do que em períodos anteriores. O que nos mostra que em momentos de instabilidade econômica, o consumidor enxerga a internet como um canal para comprar de forma mais planejada e com melhor custo-benefício. O relatório também aponta que em 2015 o acesso em lojas virtuais via dispositivos móveis no Brasil, foi de 35%, atingindo a marca de R$5 bilhões em vendas movimentados através de smatphones ou tablets. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), entre todas as lojas virtuais brasileiras, 70% delas fazem menos de dez vendas por mês. O motivo é que para um e-commerce escalar, não basta apenas abrir a loja. É preciso inovar, pensar em estratégia de preços, canais, logística, marketing e contar com uma plataforma robusta. Ou seja: demanda investimento, principalmente de tempo, e dedicação. Senão, escalar fica complicado!

Baixe aqui a versão completa da 33ª Edição do Relatório Webshoppers 2016.

As diferenças no trabalho de uma operação de e-commerce depois das novas regras de ICMS

A Plataforma Flexy, está adaptada para o cálculo da substituição tributária no momento do checkout desde o ano retrasado.

Nosso consultor comercial Sidney Pinheiro, explica em detalhes essa operação no vídeo abaixo:


Apesar de facilitar muito a vida do lojista, e deixar tudo muito transparente para o consumidor, o cálculo feito na plataforma não exclui todo o trabalho que o lojista deve fazer na sua operação cotidiana.

O lojista Igor Garlzer descreve com muita propriedade as diferenças entre a rotina do lojista antes e depois da nova lei. Conheça melhor este impacto no link: https://medium.com/@igorgaelzer/como-a-mudan%C3%A7a-do-icms-afetou-profundamente-nosso-neg%C3%B3cio-de-e-commerce-9cf05282b33a#.208znpmug

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Na onda de um mercado trilionário

IMG_20160104_174520Diretor da Flexy Negócios Digitais colabora em entrevista à Revista Empreendedor em Matéria de Capa sobre vendas online para a indústria e o atacado e dá dicas sobre como iniciar.

 

Para ter acesso ao material em PDF, clique aqui.
Para assinar a revista, clique aqui.

Segue na íntegra a Matéria de Marlon Assef:Cerca de 110 milhões de brasileiros têm acesso a um computador e nada menos que 25% da população brasileira já comprou pela internet. Mas se as vendas on-line para o consumidor poderão atingir um faturamento de até R$ 39 bilhões em 2015, com um tíquete médio de R$ 350; as vendas da indústria para seus parceiros se mostram como um mercado ainda mais promissor, com uma previsão de até R$ 1,6 trilhão em movimentação financeira, e um tíquete médio acima de R$ 10 mil, de acordo com dados do instituto E-bit. Contudo, por incrível que possa parecer, a parte menos visível desse iceberg, e também a mais lucrativa, ainda carece de empresas especializadas na formatação do negócio. Algo que a catarinense Flexy Negócios Digitais vem realizando com sucesso há mais de três anos, com a criação de soluções em B2B (business to business), que proporciona a indústrias, atacadistas, importadores e distribuidores um canal atrativo, centralizando pedidos e vendas para seus clientes e representantes, através do site ou dispositivos móveis. A emergente empresa do e-commerce nacional, sediada em Florianópolis, também atua na implementação de canais B2C (business to consumer), que é a venda direta de produtos e serviços ao consumidor final, automatizando todas as etapas do processo de vendas on-line.

IMG_20160104_171027Por sua vez, outro atrativo nesse mercado são os shoppings on-line – tanto para atacadistas quanto varejistas – que utilizam os estoques e ofertas de industriais e lojistas, possibilitando ao cliente a compra de produtos de várias procedências ao mesmo tempo, separando pagamentos, pedidos e faturas para cada lojista. “A indústria é um mercado ainda mais qualificado que o varejo para a venda on-line. Por isso a Flexy desenvolve soluções focadas em vendas da indústria para qualquer um de sua cadeia, seja indústria de transformação, o varejista e mesmo o consumidor final. Hoje nosso foco de evolução e estudos é a indústria, vendendo para qualquer um que seja”, explica Cristiano Chaussard, que comanda a empresa junto aos sócios Marlon Hemkemaier e Juarez Beltrão. De acordo com ele, dentro do segmento de atacado e representação on-line em que a empresa atua, a formatação prevê a ação do tradicional representante comercial, que não é prejudicado com a transação direta entre atacadista e varejista, mas participa e otimiza o processo através de um acompanhamento dos pedidos realizados virtualmente. Na área específica de shopping center atacadista, destaca-se a página industriasc.com.br, que surgiu de uma encomenda da Federação das Indústrias de Santa Catarina e hoje é a vitrine da indústria catarinense para o país e o mundo. “O projeto é da Fiesc, que nos contratou, onde qualquer indústria pode se cadastrar e disponibilizar produtos para vendas on-line. Por outro lado, desenvolvemos um projeto varejista, que é o Fecomércio Shopping, onde qualquer lojista pode se associar e contar com uma loja com endereço próprio”, destaca.

Quando os computadores entraram definitivamente na vida corporativa brasileira, no início dos anos 1990, Cristiano Chaussard – que viria a ser um dos pioneiros no comércio eletrônico no país – vivia as primeiras experiências em computação gráfica. Naquele momento, aproveitava a infraestrutura proporcionada pelos negócios de seu pai, dono de uma imobiliária e um dos mais conhecidos hotéis da capital catarinense, para aprimorar um conhecimento que ainda não se aprendia em universidade. Foi assim que começou a desvendar o que viria a ser a internet, mas ainda de maneira embrionária. “Por volta de 1993, eu acabei caindo em uma atividade que era parecida com a internet, mas ainda não era como a conhecemos hoje. Eram redes municipais onde havia comunicação, pois a internet existia lá fora, mas ainda não no Brasil. Então eu e um grupo de amigos descobrimos que havia uma possibilidade de ligar para Miami e nos conectarmos, por um preço relativamente barato. E fazíamos um callback, onde a empresa de Miami nos ligava de volta com preço menor, e assim ficávamos conectados”, conta. A paixão pela conectividade e pela busca de informação acabou levando o jovem nerd para uma carreira que iria dar frutos no emergente mercado de comércio eletrônico que se consolidaria anos mais tarde. “O fato de termos contato com a web antes dos outros fez com que conhecêssemos as primeiras linguagens de internet no país, como html. E assim passamos a ser os primeiros fornecedores em tecnologia de website em Florianópolis”, relembra. O passo seguinte seria buscar uma especialização universitária na área, que naquele momento era muito precária. A solução foi migrar para São Paulo, onde passou a trabalhar no site Submarino. com, que na época ainda era apenas um projeto de e-commerce. Por outro lado, passou a frequentar o primeiro curso universitário com formação para internet no país, em meio a uma bolha econômica que possibilitava financiamentos acessíveis, sob grandes expectativas de um mercado novo. “Foi uma caça muito grande aos primeiros profissionais da internet, e eu fui trabalhar em uma agência multinacional de desenvolvimento de websites. Depois encampei alguns projetos internacionais, como os da Intel e IBM, que me projetaram fora do país”, conta Chaussard. A carreira do catarinense em São Paulo ainda teria o impulso de um megassucesso de vendas, com a criação pioneira de um site para a comercialização de automóveis para uma grande montadora, algo inédito no país até então. Assim, quando decidiu aportar novamente em sua cidade natal e criar a Flexy, junto aos dois sócios, os mistérios do e-commerce já estavam desvendados para Cristiano Chaussard. Segundo ele, o que é necessário, a partir de agora, é uma melhor compreensão do lojista e do industrial brasileiro, sobre a necessidade de investimentos no setor. “Existe uma cultura malfadada no Brasil que diz que fazer e-commerce é tão barato que é quase de graça. E isso não é verdade, porque quem faz um negócio sem profissionais qualificados e um bom planejamento, não consegue estruturar um negócio que se sustente nem um mês. O e-commerce funciona com a cartilha correta, não com fórmulas mágicas”, ensina. Um bom projeto de e-commerce necessita de três camadas: planejamento, tecnologia e comunicação. E essas etapas podem custar de R$ 5 mil até R$ 2 milhões, dependendo da ambição de retorno para cada projeto. E o campo para o desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil pede ousadia.

Desde 1999, o faturamento de todas as lojas brasileiras na internet vem crescendo de 25% a 45% ao ano. “É um crescimento estupendo, onde a cada três anos o tamanho do faturamento na internet dobra. Crescemos 29% só no ano passado, contra um faturamento estagnado de lojas físicas”, avalia Chaussard. É um ótimo dado, mas ainda há muito a ser feito para que o crescimento do comércio eletrônico no Brasil possa avançar muito além das previsões mais otimistas. Antes de mais nada, é preciso que o lojista ou atacadista que pretenda dar início a um canal de vendas pela internet tenha clareza de que a plataforma de e-commerce é muito mais do que uma simples ferramenta. Port trás da loja virtual existem uma série de serviços que devem ser prestados continuamente, sob o suporte de bancos de dados, sistemas e servidores específicos. Investimento certo e muita dedicação já é um bom começo.

5 motivos para apostar no comércio eletrônico

1. O e-commerce propicia uma venda ágil, segura e barata.

2. O custo de abertura e montagem de uma loja física chega a ser 10 vezes maior que uma loja virtual.

3. A abrangência de vendas da loja física é local enquanto a da loja virtual pode ser regional, nacional ou mundial, aumentando substancialmente o nú- mero de consumidores e o potencial de faturamento.

4. A loja on-line aproveita o impulso de compra durante 24 horas do dia, 365 dias por ano, inclusive finais de semana e feriados.

5. A venda on-line é altamente mensurável, você pode saber exatamente o que seu cliente procura, de onde ele vem, o que ele compra, o que deixou de comprar, e com isto recuperar vendas e fidelizar clientes.

Parceria entre a Flexy e a RJS Tecnologia, possibilitará a ampliação de canais de vendas, integrando a plataforma Flexy com Marketplaces

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Parceria entre a Flexy e a RJS Tecnologia, possibilitará a ampliação de canais de vendas, integrando a plataforma Flexy com Marketplaces

Saiba como a parceria entre a Flexy e a RJS Tecnologia pode ampliar os seus canais de vendas, alcançando novos públicos e gerando mais conversões para a sua loja virtual.


Para vender mais e alcançar novos públicos é preciso estar preparado

Para ter uma operação de vendas on-line de sucesso, é necessário muito mais do que ter a uma loja.com.br, entendemos que estar presente em Marketplaces, conceituados, é uma forma de chegar aos mais diversificados públicos e aumentar as conversões.

Integrar seus produtos nos Marketplaces, centralizando seus pedidos da loja virtual e dos Marketplaces em um único lugar, não é uma tarefa muito simples, foi pensando nisto que a Flexy e a RJS Tecnologia concentraram esforços nesta parceria que visa ampliar a solução de varejistas, da plataforma Flexy, que agora poderão utilizar o 4MiddleWare, plataforma da RJS Tecnologia, para se integrar em diversos Marketplaces, mantendo suas vendas e estoques centralizados, sem precisar alterar o BackOffice de gerenciamento do negócio.


O que é o 4MiddleWare?

O 4Middleware, conceitualmente, é um software capaz de fazer a mediação entre diversos softwares.

Utilizado para mover ou transportar informações e dados entre programas de diferentes protocolos de comunicação, plataformas e, independente do sistema operacional.

Constituído por módulos dotados com APIs de alto nível que proporcionam a sua integração com aplicações desenvolvidas em diversas linguagens de programação.

Composto por um conjunto de processos que interagem entre si, de forma a implementar comunicação para compartilhamento de dados.

O 4Middleware é a solução para automatizar a sua operação on-line, integrando a sua loja Flexy à Marketplaces.


Como funciona a integração?

O 4MiddleWare capta as informações da sua loja virtual e compartilha com os Marketplaces, e, quando ocorrerem conversões, o 4MiddleWare capta a conversão do Marketplace e disponibiliza na plataforma Flexy.

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Quais os benefícios?

  • Expansão dos canais de vendas;
  • Aumento expressivo de conversões;
  • Centralizar conversões;
  • Alcançar novos públicos;
  • Maior divulgação da marca e produtos;
  • BSC com chaves de performance, opcional;
  • Elimina problemas de estoque;
  • Maximizar o mix de produtos a ser compartilhado;
  • Baixo custo e alto benefício;
  • Divulgar o mesmo produto de formas diferentes, por Marketplace.

 

Quer conhecer melhor ou falar com a RJS Tecnologia? Acesse: www.rjstecnologia.com.br

Que tecnologias são essenciais para o crescimento de sua empresa?

tecnologias sao essenciais para o crescimentoO momento de escolher a tecnologia certa para o sucesso de uma empresa é desafiante e complicado. São tantas as opções e similaridades que muitas vezes pensamos que uma solução basta para todas as ações, mas isso não é verdade. Para que você entenda melhor as  opções, nós dedicamos um post para explicar quais tecnologias são essenciais para o crescimento da sua empresa. (mais…)