Vendas online: solução em tempos de crise!

E-commerce segue crescendo mesmo com instabilidade econômica

O cenário econômico brasileiro não se encontra em uma fase muito positiva. Juros altos, retração, incerteza política e projeções pessimistas são alguns dos fatores que vêm causando prejuízos em vários setores, fazendo com que empreendedores pensem duas vezes antes de começar a investir. Diante da crise, é necessário buscar ações para driblar dificuldades e manter-se ativo no mercado. A opção eficaz é a criação de um e-commerce, segmento que insiste em “nadar contra a maré” e ser praticamente imune a crises.

Segundo o relatório mais recente da Webshoppers, publicado pela E-bit, apesar do começo de ano marcado por instabilidade, o comércio eletrônico se destacou novamente no mercado brasileiro ao atingir um patamar de aumento no primeiro semestre de 2018, registrando 12,1% de crescimento nominal no período, atingindo um faturamento de R$ 23,6 bilhões. Assim como em 2017, o destaque ocorreu para os grandes marketplaces que apresentaram taxas elevadas de crescimento, que impulsionaram uma alta de 8% no total de pedidos, registrando um total de 54,4 milhões.

Faturamento Vendas Online | Fonte: E-bit 2018 – Webshoppers 38

O ticket médio acompanhou a inflação e registrou crescimento de 3,8% em relação ao primeiro semestre de 2017. Outro destaque para o setor, assim como já registrado nos anos anteriores, foi o aumento das vendas via dispositivos móveis. Para acompanhar o crescimento do varejo online, é importante que os lojistas também estejam preparados para as novas tendências de consumo e, neste cenário, o mobile commerce ganha cada vez mais importância. No primeiro semestre de 2018, 17,4 milhões de pedidos foram realizados por meio de smartphones ou tablets, movimentando cerca de R$ 6,7 bilhões, alta nominal de 30% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Os dados nos mostram que em momentos de instabilidade econômica, o consumidor enxerga a internet como um canal para comprar de forma mais planejada e com melhor custo-benefício. No entanto, apenas abrir uma loja virtual não é suficiente. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), entre todas as lojas virtuais brasileiras, 70% delas fazem menos de dez vendas por mês.

Para fazer com que o e-commerce cresça e traga algum rendimento, é preciso inovar! Isso inclui não só um bom planejamento, mas também estratégia de preços, canais, logística, marketing e, sem dúvida, contar com uma plataforma robusta. Colocar isso em prática demanda investimento, principalmente de tempo, e dedicação. Senão, escalar fica difícil!

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Cristiano Chaussard

Especialista em E-commerce no Atacado, Marketing de Relacionamento e CRM pela ESPM e Gestão da Inovação pela USP, Fundador e Diretor de Expansão da Flexy Digital e Presidente ABComm/SC (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico em Santa Catarina).

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