E-commerce para cadeias produtivas complexas: por que investir?

Operações por meio de plataformas online oferecem vários benefícios

Ficar de fora do comércio eletrônico nos dias atuais significa ignorar a oportunidade de faturar muito mais. Com a mudança do comportamento do consumidor, que compra cada vez mais pela internet, e a popularização das plataformas de e-commerce, empresas de qualquer porte podem investir nestas soluções e obter resultados expressivos. As cadeias produtivas complexas não ficam de fora dessa: investir em e-commerce na indústria é crucial para ampliar os negócios e se manter competitivo!

As soluções online podem ser exploradas tanto no atacado, em cadeia de distribuição (B2B), como no varejo, ao consumidor final (B2C). Mas é no B2B que esse horizonte é mais impactante. 

Para se ter uma ideia, até o final de 2019 a previsão é que se movimente R$2,39  trilhões em operações por meio de plataformas de e-commerce B2B, representando um  crescimento de 17,1% em relação a 2018, segundo o levantamento da E-bit/Nielsen.

Como é possível  observar no gráfico acima, a diferença entre as vendas B2B e B2C é expressiva, não só em termos de faturamento, mas também em relação ao crescimento anual. 

Confira o infográfico completo do B2B Online atualizado neste link.

Quem não se incluirnesse ambiente corre o risco de estagnar as vendas e ser superado pelos inovadores! Afinal, comprar pela internet de fornecedores e parceiros já é um hábito entre as empresas brasileiras. Segundo a Pesquisa TIC Empresas 2017, do Comitê Gestor da Internet,  comprar pela Internet é uma atividade mais rotineira nas empresas do que vender: 66% declararam que realizam compras on-line, enquanto a venda foi mencionada por 22%. O percentual de empresas que vendem on-line encontra-se num patamar superior ao verificado em 2011, quando o índice era de 12%.

TIC Empresas 2017, Comitê Gestor da Internet

Essas empresas já descobriram que com a tecnologia de vendas online é possível otimizar o processo comercial, conectando canais de venda, aumentando faturamento e reduzindo custos! 

Leia também: Como aumentar o faturamento da minha indústria? 

Muito além da venda direta! 

É bastante comum pensar que o e-commerce se destina apenas à venda direta de um site para o consumidor final. Não é por menos, mesmo os funcionários de grandes indústrias – que são compradores B2B durante o expediente – são consumidores do varejo online nas horas vagas, portanto, estão mais familiarizados com a modalidade B2C. Mas o cenário atual é diferente.

As plataformas estão mais completas e aprimoradas, e os projetos de e-commerce podem ser desenvolvidos para uma cadeia produtiva complexa na indústria e também a grandes varejistas com diversas lojas. Esses projetos completos podem incluir representantes comerciais, vendedores de lojas físicas, fornecedores, franqueadores, entre outros stakeholders do negócio

Com tantos pontos de contato, os empresários sentem a necessidade de se comunicarem não só com o consumidor final, mas também com os públicos citados acima. Por isso, as plataformas de e-commerce têm se tornado imprescindíveis.

Na prática, em uma plataforma robusta, todos esses agentes passam a utilizar uma mesma plataforma comercial, uma mesma rede, hospedada na nuvem e acessível a qualquer hora.

Benefícios

  • Para o Representante Comercial – Com a plataforma de e-commerce atrelada ao B2B existe a possibilidade, por exemplo, de exibir os catálogos de produtos em um tablet ou smartphone. Isso facilita a realização de pedidos do representante comercial em nome dos lojistas e ainda reduz custos de impressão. 

Esse profissional pode, ainda, alcançar clientes que estão fora da sua rota e realizar vendas à distância, ganhando comissão! As vantagens para o representante são tantas que até já montamos um infográfico que mostra todas elas. Acesse aqui

  • Para o lojista – Um lojista pode usar o sistema do próprio fornecedor para montar a sua loja e vender ao consumidor final via internet. 
  • Para a indústria – Uma indústria pode oferecer uma tecnologia de venda direta ao consumidor e proporcionar, ao mesmo tempo, uma loja virtual “montada” para todos os seus lojistas ou marcas, o que chamamos de e-commerce descentralizado.  A loja pode ser hospedada no mesmo portal da marca ou em um site ​com endereço ​eletrônico exclusivo.

Nesse caso, a indústria (ou franqueadora) não possui estoque físico, apenas provê uma tecnologia para conectar os clientes com os lojistas/marcas da rede utilizando variáveis de distância para escolher a melhor loja para atender determinado pedido. Na prática, ao ter um pedido registrado em um determinado CEP, o sistema encaminha esse pedido para a loja mais próxima que tiver os produtos em estoque. Essa franquia, então, além de estocar os produtos, fica responsável por embalar o pedido e entregar à transportadora.

Leia também: É possível vender produtos que não tenho em estoque?

Aqui no blog da Flexy temos diversos outros materiais que explicam como a indústria pode se aproveitar da tecnologia de vendas online para aumentar o faturamento. Plataformas maduras e robustas atendem a cadeias produtivas complexas com excelência.

Ficou interessado? Agende aqui um horário com um de nossos consultores.

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