Quem é o dono do software de e-commerce?

Modelo SaaS é o mais recomendado ao contratar um e-commerce.

 Muitos clientes, ao contratar um software de e-commerce, têm uma impressão errada do que estão adquirindo. Para muitos, a relação é similar a uma compra em loja, onde você tem direito a levar para casa o produto todo. Mas, na verdade, deve-se pensar na contratação de serviço como um aluguel.

 Ao criar o seu portal de vendas, você está pegando emprestado uma estrutura já existente, uma série de códigos que farão o sistema funcionar. Esse código é o que chamamos de back-end, que é propriedade do fornecedor de tecnologia. Somente os dados inseridos, utilizados para preencher os vácuos dessa estrutura, são seus.

 Continuando com a analogia do aluguel, se o software de e-commerce é o equivalente à estrutura de uma sala comercial alugada, os dados são os seus móveis.

 Por que esse modelo é o mais recomendado?

Para ter uma loja virtual em funcionamento pleno e com qualidade não basta ter a posse de um software de e-commerce. É necessário uma série de serviços que vão além do código: gestão e atualização do servidor onde o portal está hospedado, gestão da segurança do servidor, atualização do código, entre outros.

Para realizar todo esse trabalho e manter o sistema funcionando, a empresa precisaria criar um time de desenvolvimento completo, o que aumentaria significativamente o custo de criação e manutenção da loja virtual. Além disso, a empresa ficaria à mercê do programador. Caso ele se demitisse, precisaria de alguém que compreendesse os códigos feitos pelo primeiro, o que pode ser um problema.

Na modalidade de software as a service (SaaS), o trabalho é terceirizado: você contrata uma empresa que cuidará de todas essas demandas, permitindo que você foque somente no seu negócio.

Nessa solução, você paga um valor mensal para se ter acesso, via a web, ao sistema que se monta o e-commerce, não sendo necessário baixar softwares – já que os dados são armazenados em nuvem-, e pelo serviço de uma equipe especializada que está à disposição para suporte técnico e atendimento diariamente.

software de e-commerce

 Além disso, há outras vantagens:

  1. Flexibilidade e Escalabilidade: em uma contração SaaS, a plataforma pode ser feita de acordo com a demanda do seu e-commerce. Caso o negócio cresça, basta entrar em contato com o fornecedor e negociar um redimensionamento dos recursos utilizados.
  2. Previsibilidade de custo: além de reduzir as despesas, há a previsibilidade de custos, já que você saberá exatamente quanto deverá pagar pela utilização da plataforma todo mês.
  3. Customização: os desenvolvedores dessas soluções costumam agregar muitas funcionalidades para servirem como diferenciais, permitindo ampla customização das plataformas. Algumas podem já fazer parte de seu pacote de recursos contratado e, caso não façam, os custos não são altos. Elas também já são adaptadas à plataforma de modo que os ajustes se tornam mais rápidos.
  4. Atualizações: as atualizações são gratuitas e realizadas periodicamente. Falhas, bugs, brechas, entre outros problemas são corrigidos constantemente, tornando a plataforma SaaS cada vez mais segura e sintonizada com as principais tendências tecnológicas do mercado.

Leia também: 4 termos que você precisa conhecer antes de contratar uma plataforma.

Propriedade de software e qualidade não andam sempre juntos! É necessário avaliar o que é mais vantajoso para o seu negócio, pois um erro pode acabar com seu projeto de e-commerce.

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5 thoughts to “Quem é o dono do software de e-commerce?”

  1. Olá,

    Na matéria acima não ficou claro se a Flexy também pode desenvolver (ou pegar algo que já existe no seu portfólio) e vender o código, se for a opção do cliente, desvinculando dos seus serviços. Vocês fazem isso?

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